Hipnose clínica / hipnoterapia - estudos científicos

Relacionamos aqui publicações científicas (estudos, artigos, teses etc.) que tratam do uso da hipnose nas áreas de medicina, psicologia, enfermagem, fisioterapia e odontologia.

As publicações estão divididas em dois grupos.

O primeiro grupo apresenta as publicações escritas originalmente em português, referenciadas pelas principais instituições acadêmicas do Brasil e Portugal.

O segundo grupo lista as publicações internacionais que serviram de base para que o Conselho Federal de Medicina regulamentasse o uso da hipnose clínica no Brasil (veja seção Regulamentação da hipnoterapia).

Grupo 1

Hipnose, dor crônica e técnicas de ancoragem: a terapia de dentro para fora

Resumo: O presente trabalho busca resgatar a técnica hipnótica de ancoragem, destacando a condição do sujeito como participante ativo no processo terapêutico. Partindo de algumas ilustrações clínicas com pacientes portadores de dores crônicas, ressalta duas dimensões de grande relevância dessa técnica. Primeiramente, a diagnóstica, que destaca as possibilidades de acesso ao mundo vivido do outro, em sua experiência subjetiva e produção simbólica. Em segundo lugar, a dimensão terapêutica, na qual a técnica favorece uma apropriação da experiência por parte do sujeito que pode, então, assumir uma postura ativa em sua reconfiguração. Na conclusão, destaca a relevância do conhecimento clínico calcado na subjetividade do paciente, a mudança de olhar sobre si mesmo que a técnica proporciona, a postura ativa do sujeito no processo de mudança e o paradoxo entre imaginação e memória.

Autoria: Maurício da Silva Neubern

Referência: Instituto de Psicologia, Universidade de Brasília

Link (externo) para a publicação: https://bit.ly/3e76UjM

Mecanismos neuropsicofisiológicos da hipnose

Resumo: Temos observado que nos últimos anos a hipnose vem sendo cada vez mais utilizada nos meios científicos e acadêmicos como importante instrumento de estudo e auxílio clínico nas áreas da Medicina, Psicologia e Odontologia. A cada ano o número de artigos publicados na área aumenta visivelmente. Com o avanço tecnológico, a hipnose vem sendo estudada por meio de exames como eletrencefalografia digital, mapeamento cerebral, potenciais evocados, ressonância funcional e tomografia por emissão de pósitrons. Estes estudos abrem novas perspectivas e outras questões surgem com seus resultados. Por meio de um levantamento bibliográfico de mais de 1100 artigos, desde 1809 até 1999, em língua inglesa, francesa, espanhola, portuguesa, alemã e holandesa, procuramos separar o que consideramos mais relevante no estudo dos mecanismos neuropsicofisiológicos da hipnose e sua evolução. Diante do que foi exposto podemos concluir (1) não existe ainda evidência fisiológica da dissociação entre as funções das áreas heteromodais, áreas unimodais sensitivas e áreas motoras; (2) durante a indução praticamente todo hemisfério cerebral esquerdo é ativado, e nas fases de sugestão, analgesia e alucinação existe visível ativação do giro anterior do cíngulo a direita; (3) alucinar sob hipnose e imaginar em estado de vigília são eventos que para ocorrerem utilizam circuitos cerebrais distintos; (4) por meio da hipnose podemos alterar consideravelmente funções que envolvem o Sistema Nervoso Autônomo(AU).

Autoria: Paulo de Mello, Paulo Corrêa Vaz de Arruda

Referência: Fundação ABC/Brasil / Universidade Metodista de São Paulo

Link (externo) para a publicação: https://bit.ly/3k3xePD

Hipnose e psicologia clínica: retomando a história não contada

Resumo: O presente artigo aponta várias relações entre a psicologia clínica e a hipnose, destacando que boa parte destas permaneceram e ainda se encontram pouco conhecidas da grande maioria dos psicólogos clínicos. Por um lado, visa destacar acontecimentos históricos dessa relação que, apesar da pertinência, foram marginalizados e esquecidos, o que remete, sobretudo, às práticas institucionais vigentes neste ramo da psicologia. Ao mesmo tempo, o artigo busca destacar brevemente que a reflexão sobre a hipnose pode levar a psicologia clínica a reformulações epistemológicas, institucionais e práticas da mais alta relevância, principalmente em termos de colocá-la em sintonia com importantes discussões atuais do panorama científico. Por fim, ressalta que, pelas próprias características da hipnose enquanto tema de reflexão e estudo, ela incita radicalmente a uma tomada de rumo na direção da construção de um conhecimento onde seja possível o autoconhecimento, rompendo com as tradições modernas do pensamento científico.

Autoria: Maurício da Silva Neubern

Referência: Curso de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Link (externo) para a publicação: https://bit.ly/2TVqDMA

Hipnose, dor e subjetividade: considerações teóricas e clínicas

Resumo: O presente artigo visa propor uma abordagem clínica e qualitativa para a compreensão das relações entre hipnose e dor a partir da noção de subjetividade. Partindo de uma crítica às metodologias estatísticas, três pontos são discutidos nesse sentido. Primeiramente, a dor é concebida como um processo subjetivo organizado em termos de configurações, sentidos, emoções e significados que são construídos a partir das ações do sujeito em seus respectivos cenários de inserção social. Em seguida, é ressaltada a relação entre hipnose e dor, conferindo-se destaque aos processos intersubjetivos da comunicação e da relação entre terapeuta e sujeito. O terceiro tópico destaca a importância da singularidade, que deve abranger tanto a compreensão da dor quanto a construção das intervenções hipnóticas. O artigo é concluído enfatizando a relevância das noções de subjetividade e sujeito no que se refere às complexas relações entre dor e hipnose no contexto clínico.

Autoria: Maurício da Silva Neubern

Referência: Universidade Estadual de Maringá

Link (externo) para a publicação: https://bit.ly/36rcIjZ

Avaliação duplamente encoberta da hipnose em fibromialgia

Resumo: Os critérios para a definição de fibromialgia são utilizados para diagnosticar pacientes com dores generalizadas e sensação de musculatura tensa e dolorida espontaneamente e à palpação, com padrão de sono alterado. No entanto, os indivíduos com esses critérios não fazem parte de um grupo homogêneo: eles podem diferir na intensidade dos sintomas clínicos, na resposta aos fármacos, devido a fatores biológicos, cognitivos e psicológicos, o que classificaria a fibromialgia em subgrupos distintos. Existe um subgrupo de pacientes portadores de fibromialgia que apresenta extrema dor na musculatura, porém não associada a aspectos psicológicos ou cognitivos. Um grupo intermediário apresenta dolorimento da musculatura de moderada intensidade, sem apresentar distúrbios de humor. Um último grupo é composto por fatores psicológicos e cognitivos, influenciando os sintomas de dor. Este último subgrupo de pacientes é descrito como pacientes portadores de fibromialgia refratária aos tratamentos convencionais com antidepressivos, fisioterapia, exercícios físicos e antiinflamatórios não-esteróides -– é o grupo de interesse para nosso estudo.

Autoria: Cristiane Hikiji Nogueira, Gabriela R. Lauretti, Rodrigo M. Nogueira Costa

Referência: Associação Paulista de Medicina - APM

Link (externo) para a publicação: https://bit.ly/3hvFOoP

A prática da hipnose e a ética médica

Resumo: O presente trabalho analisa a prática da hipnose segundo uma correlação com os artigos que compõem o Código de Ética Médica (CEM). Há relatos de que no antigo Egito o sono hipnótico era usado para fins terapêuticos. Os gregos adotaram as técnicas dos egípcios e há inscrições mencionando vários resultados positivos de suas aplicações. Mas, após ter alcançado sua consagração com trabalhos de pesquisadores da Idade Média, a hipnose terapêutica sofreu rápida decadência. Posteriormente, surgiu a noção de que era perigosa, pois afirmações feitas por Pierre Janet estimularam a imaginação de escritores de romances policiais e histórias em quadrinhos, que passaram a falar de “dominação hipnótica”. Ao contrário do pensamento do grupo de Charcot, o processo hipnótico requer do hipnotizado a capacidade de concentração e de monoideísmo. Pela ampliação dos estudos de Erickson, a hipnose retornou à Medicina sob nova visão, reforçada por pesquisas científicas recentes. Nesta análise, selecionamos 22 dos 145 artigos que constituem o CEM, que mostram relação estreita com a prática da hipnose dentro do exercício da Medicina. Os comentários permitem uma reflexão sobre a extensão dos resultados da não-observância dos critérios éticos, já que a Hipniatria é uma atividade repleta de peculiaridades.

Autoria: Célia Martins Cortez, Carlos Roberto Oliveira

Referência: Revista Bioética - Conselho Federal de Medicina (CFM)

Link (externo) para a publicação: https://bit.ly/3ALdq9I

Hipnose, imobilidade tônica e eletroencefalograma

Resumo: OBJETIVO: Apresentar uma revisão sobre as características da atividade elétrica cerebral que acompanha a hipnose animal, estado induzido em laboratório em mamíferos por manipulações experimentais, bem como sobre as alterações encontradas no EEG durante o estado de hipnose, visando à discussão dos resultados encontrados na busca de evidências dos fundamentos filogenéticos que possam conduzir ao entendimento dos rudimentos neurais da hipnose humana. MÉTODO: Livros e bases eletrônicas de dados foram consultados. Critério de inclusão: artigos originais publicados entre 1966-2012. Critério de exclusão: artigos que se afastavam da visão eletroneurofisiológica da hipnose. RESULTADOS: Foram encontradas 662 referências, tendo sido selecionados os artigos e livros referenciados. Além desses artigos, foi incluído no estudo o artigo de Hoagland, publicado em 1928, que é um clássico na área de imobilidade tônica em vertebrados. CONCLUSÕES: O estado de hipnose humano resulta de processamentos em inúmeros circuitos paralelos distribuídos em uma complexa rede neuronal, envolvendo, dessa forma, uma ampla área do encéfalo. Na trajetória evolutiva, a grande ampliação dos recursos corticais pode ter tornado as respostas de imobilidade tônica passíveis de modulação consciente, respostas essas ainda presentes nos humanos e que se manifestam involuntariamente em situações de grande ameaça. Vários estudos têm evidenciado mecanismos neurofisiológicos capazes de reforçar a visão da hipnose não só como um eficiente recurso para procedimentos médicos e odontológicos, funcionando como auxiliar na analgesia e sedação, mas também como excelente ferramenta psicoterapêutica.

Autoria: Célia Martins Cortez, Dilson Silva

Referência: Jornal Brasileiro de Psiquiatria

Link (externo) para a publicação: https://bit.ly/3wxmFXy

Contribuições da Hipnose para a Pesquisa Qualitativa

Resumo: O presente trabalho visa destacar algumas contribuições da hipnose para a pesquisa qualitativa, sobretudo em Psicologia. Tomando por base o pensamento complexo, ressalta a hipnose como um processo ao mesmo tempo ligado à comunicação analógica e a um conjunto de alterações que caracterizam a experiência de transe, como as alterações das referências eu-mundo e a emergência de processos inconscientes. Em sua conclusão, aponta importantes contribuições para a pesquisa qualitativa, no tocante à subjetividade do pesquisador, à reflexividade sobre o contexto de relação e à experiência do sujeito.

Autoria: Maurício S. Neubern

Referência: Universidade de São Francisco, Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Psicologia

Link (externo) para a publicação: https://bit.ly/2TX6Jkb

A HIPNOSE COMO ALIADA TERAPÊUTICA

Resumo: A história da hipnose tem um passado longínquo, entretanto, em meados de 1843 através do médico oftalmologista e cirurgião James Braid é que apareceram os primeiros conceitos científicos sobre o seu uso terapêutico (FERREIRA, 2003). Posteriormente, no século XX, o psiquiatra americano Milton H. Erickson revolucionou os estudos clínicos sobre ela, e como consequência fez com que esta se dividisse em duas escolas: hipnose clássica e hipnose ericksoniana (BAUER, 2015). Atualmente a hipnose tem seu uso autorizado e reconhecido pelo Conselho Federal de Psicologia pela resolução 013/2000, de 20 de dezembro de 2000 (CFP, 2000). Ademais, o órgão pioneiro a regulamentar a utilização da hipnose por profissionais da saúde foi o Conselho Federal de Medicina (CFM, 1999). Vale ressaltar que além do CFP e CFM, o Conselho Federal de Odontologia (CFO, 2008) e o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO, 2010) também autorizam e regulamentam a utilização da hipnose por seus/suas profissionais. Além disso, recentemente o Ministério da Saúde acrescentou à Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) o uso terapêutico da hipnose (hipnoterapia) no Sistema Único de Saúde (SUS) (BRASIL, 2018). O Conselho Federal de Psicologia (2000), considera a hipnose como recurso auxiliar e coadjuvante no trabalho do/a psicólogo/a, sobretudo a Hipnose Ericksoniana, que possui valor científico e aplicação prática, capaz de auxiliar na resolução de problemas psicológicos e físicos dos indivíduos. Diante do espaço que a hipnose vem alcançando, além do amparo legal para sua utilização e do amplo campo de atuação interdisciplinar que os/as profissionais de psicologia compõem, torna-se importante conhecer como esta ferramenta (aliada terapêutica) pode ser útil na prática destes/destas profissionais. Para tanto, este trabalho tem o objetivo de investigar e descrever estudos que envolvam a utilização da hipnose em contextos de saúde, e desta forma contribuir para a divulgação de seus resultados e também servir de fomento para futuras pesquisas.

Autoria: ARON WILLIAM GLASS, EMERSON ARGOLO REALE

Referência: ANAIS ELETRÔNICO CIC

Link (externo) para a publicação: https://bit.ly/3hVerDt

Hipnose: uma estratégia de alívio da dor no trabalho de parto

Resumo: O parto é um momento único na vida de uma família. A dor é um fenômeno intimamente ligado ao trabalho de parto e gerador de desconforto, que influencia a forma como este é experienciado. O Enfermeiro Especialista em Saúde Materna e Obstetrícia deve ser capaz de intervir neste desconforto, de forma autónoma, potenciando o parto como um momento positivo. A “Hipnose: Uma estratégia de alívio da dor no trabalho de parto”, o tema foi desenvolvido com o objectivo de descrever, analisar e refletir acerca das atividades e competências desenvolvidas e adquiridas. O quadro de referência deste trabalho é a Teoria do Conforto de Katharine Kolcaba, já que o conforto irá determinar a experiência do parto da família. A metodologia utilizada foi a Revisão Narrativa da Literatura procurando dar resposta à questão de investigação “Quais as vantagens do uso da hipnose, como meio de conforto e alívio da dor, durante o trabalho de parto?”. Desta pesquisa resultaram 4 artigos que foram posteriormente analisados através dos instrumentos da Joanna Briggs Institute. Os resultados da revisão demonstram que a hipnose é um método pouco conhecido como estratégia não-farmacológica de alívio da dor e que há ainda muito por investigar nesta área. Durante a prestação de cuidados foi recolhida informação, através de uma questão colocada no decurso da prestação de cuidados, acerca do uso de hipnose durante o trabalho de parto, cujo conteúdo foi posteriormente analisado e confrontado com a informação extraída dos artigos selecionados. Das 213 clientes de cuidados, grávidas e puérperas, a quem foi questionado se conheciam o conceito de hipnose associado à diminuição da dor durante o Trabalho de parto, 9 afirmaram que sim e 204 afirmaram que não. Posto isto, emerge a necessidade de investigar mais acerca do tema e a vontade pessoal de investir.

Autoria: Joana Isabel Janeiro da Silva

Referência: ESEL - Escola Superior de Enfermagem de Lisboa

Link (externo) para a publicação: https://bit.ly/3k3O7JX

O DIAGNÓSTICO DA DEPRESSÃO PÓS PARTO E O USO DA HIPNOTERAPIA COGNITIVA NO TRATAMENTO

Resumo: A Depressão é um problema significativo de saúde pública. A especial atenção que é dada a mulher quando se aborda a depressão justifica-se primordialmente pela maior prevalência deste transtorno no sexo feminino. Este artigo consiste de uma revisão bibliográfica acerca da Hipnoterapia Cognitiva no tratamento da Depressão Pós-parto (DPP) tendo como objetivo discutir essa relação a partir da perspectiva da Análise do comportamento. A revisão tem caráter narrativo exploratório de cunho qualitativo. O levantamento bibliográfico ocorreu em livros e periódicos disponíveis na internet. A DPP acontece em cada quatro mulheres no período de 6 a 18 meses após o nascimento do bebê. A prevalência desse distúrbio no país foi mais elevada que a estimada pela OMS para países de baixa renda, em que 19,8% das parturientes apresentaram transtorno mental, em sua maioria a depressão, onde no Brasil o índice de mulheres com sintomas é de 26,3%, a partir de dados como esses, justifica-se a necessidade desta pesquisa. Como resultado, observou-se que a escala mais utilizada para diagnosticar a DPP foi a Edinburg Depression Postpartum Scale (EDPS), e que quando a DPP é diagnosticada, utilizar o tratamento psicofarmacológico aliado à intervenção psicoterápica a partir da hipnoterapia cognitiva traz a reestruturação das cognições, através de relaxamento, enfraquecendo os esquemas mentais desadaptativos e também trabalhando na ressignificação de memórias negativas, promovendo modificações comportamentais, cognitivas e emocionais mais rápidas e efetivas, bem como a aplicabilidade desse atendimento nos serviços de saúde pública requer um trabalho interdisciplinar.

Autoria: Nayana Freitas da Silva, Daniel Cerdeira de Souza

Referência: Universidade Federal do Amazonas - UFAM

Link (externo) para a publicação: https://bit.ly/3htGlY7

A hipnose na área odontológica como auxiliar terapêutico

Resumo: A hipnoterapia, tema amplamente discutido e controverso pelos seus múltiplos aspectos, é aqui ressaltada como importante recurso coadjuvante no arsenal terapêutico odontológico. Suas principais aplicaçöes e vantagens, bem como os mecanismos de induçäo hipnótica e equilíbrio córtico-visceral, säo também concisamente abordados

Autoria: Maria Cristina Rosifini Alves Rezende

Referência: Associação Paulista de Cirurgiões-​Dentistas

Link (externo) para a publicação: https://bit.ly/3e42L08

Grupo 2

A impotência sexual e seu tratamento / The sexual impotence and its treatment, in Inf. Psiquiátrico; 14 (3)

Influência social. As estratégias Ericksonianas e o fenômeno hipnótico no tratamento das disfunções sexuais. Stricherz-ME in American Journal of Clinical Hypnosis.

Impressões sobre o tratamento do câncer pela hipnose. Strosberg-IM in J. Am. Soc. Psychosom-Dent-Med.

Controlando os efeitos colaterais da quimioterapia. Redd-WH; Rosenberger-PH; Hendler-CS in Am. J. Clin Hypn.

Dessensibilização hipnótica no tratamento preventivo dos vômitos por quimioterapia. Hoffman-ML in Am J Hypn.

A hipnose nos distúrbios cardiovasculares com ênfase na correção da hiperventilação crônica. Thomas-HM in ActNerv Super Praha.

O efeito da hipnose no intervalo RR e na variação da pressão sanguínea. Emdin-M; Santarcangelo-EL; Picano-E; Raciti-M; Pola-S; Macerata–A; Michelassi-C; L’Abbate-A from CNR Institute of Clinical Physiology, Pisa, Italy inClin Sci Colch.

Tratamento hipnoterápico para disfagia. Kopel-KF; Quinn-M from Baylor College of Medicine, Houston, Texas, USA in Int J Clin Exp Hypn.

O uso da hipnoterapia nos distúrbios gastrointestinais. Francis-CY; Houghton-LA from Department of Medicine, University Hospital of South Manchester, UK in Eur J Gastroenterol Hepatol.

Auto-relaxamento hipnótico durante procedimentos radiológicos invasivos. Lang-EV; Joyce-JS; Spigel-D;Hamilton-D; Lee-KK from Department of Veterans Affairs Medical Center (DVAMC), Palo Alto, California, USA in IntJ Clin Exp Hypn.

Hipnoterapia e verrugas plantares. Relato de casos. Rowe-WS in Aut N Z J Psychiatry.

Hipnose no tratamento de pacientes com queimaduras severas. Patterson-DR; Goldberg-ML; Ehde-DM from Department of Rehabilitation Medicine, University of Washington School of Medicine, USA in Am J Clin Hypn.

Hipnoterapia no controle da dor aguda. Hutt-G in Br J Theatre Nurs.

Redução da reação cutânea à histamina após procedimento hipnótico. Laidlaw-TM; Booth_RJ; Large-RG from Department of Psychiatry and Behavioral Science, School of Medicine, University of Auckland, New Zeland inPsychosom Med.

Emprego da hipnoterapia em crianças e adolescentes. Chipkevitch, Eugênio in J. pediatr. Rio de Janeiro.

Hipnoterapia em um caso severo de bruxismo e dor facial. Relato de caso. Voss Z. Ricardo in Odontol chil.

Considerações sobre técnica de hipnose utilizada em dois casos de amnésia retrógrada in RBM psiquiatr.

Hipnoanalgesia em gineco-obstetrícia. Acosta Bendek, Eduardo in Unimetro.

Hipnoanestesia em cirurgias ambulatoriais. McCoy-LR in Aana-J.

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